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27Nov

Juiz de Fora é a quarta cidade mais competitiva em Minas


por: Jornal Tribuna de Minas

O índice de competitividade de Juiz de Fora caiu cerca de três pontos na comparação com 2011, passando de 75,64 para 72,68 numa escala de zero a cem, conforme levantamento do Sebrae Minas divulgado ontem. O indicador, elaborado pela entidade, aponta o nível de estrutura dos municípios para o desenvolvimento dos negócios. Apesar da queda, o resultado manteve a cidade na quarta posição do ranking mineiro, atrás de Belo Horizonte, Uberlândia e Nova Lima (ver quadro)."É importante destacar que continuamos bem posicionados. O objetivo do indicador é, também, alertar onde podemos melhorar", afirma o gerente regional do Sebrae, João Roberto Marques Lobo.

A analista da unidade de inteligência empresarial do Sebrae Minas, Verússia Santos, explica que o estudo considera cinco itens para avaliação do grau de competitividade dos municípios. "Cada quesito tem um peso diferente, por isso, mesmo que uma cidade apresente queda em um deles, o aumento em outro pode compensar na avaliação final."

Segundo ela, são analisados performance econômica - que abrange aspectos relacionados a atividade econômica, comércio internacional, remuneração e emprego, capacidade de alavancagem do governo - que avalia arrecadação e investimentos públicos, quadro social - que engloba indicadores como Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e taxas de mortalidade infantil e analfabetismo, suporte aos negócios - que compreende mercado de trabalho e instituições de apoio ao desenvolvimento econômico, e infraestrutura, que considera níveis de educação, saúde e ações ambientais.

Os resultados, esclarece Verússia, são pontuados numa escala de zero a cem. Até 20, o índice de competitividade é considerado muito baixo, de 21 a 40, baixo, de 41 até 60, médio, de 61 a 80, alto e acima de 80, muito alto. "Os maiores índices indicam melhor ambiente de entorno para os negócios", diz a analista.

De acordo com a pesquisa, o melhor desempenho de Juiz de Fora foi verificado no item infraestrutura (81,07), que aumentou em relação ao ano anterior (80,89). O pior registro foi de 41,28, constatado no quesito capacidade de alavancagem da administração pública. O número é menor do que o de 2011, quando a cidade alcançou 43,88. A maior queda de pontos aconteceu no critério suporte aos negócios, que passou de 72,11 para 62,22.

Na avaliação do gerente regional do Sebrae, João Roberto Marques Lobo, os resultados já eram esperados. "A análise mostra que a cidade aumentou o grau de infraestrutura, o que é muito positivo para o desenvolvimento local. Isto já reflete na queda de recebimento dos incentivos do Governo, pois sabemos que há uma prioridade de investimentos em regiões mais carentes neste aspecto." Com relação à redução do índice de suporte aos negócios, o gerente acredita que a falta de mão de obra qualificada explica o registro. "A cidade passa hoje por dificuldades em completar o quadro de vagas nas áreas de confecção e construção civil, principalmente. Este é um dos aspectos avaliados neste item."


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