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17Jun

Mercedes pode direcionar novos projetos para JF


por: Tribuna de MInas

A possibilidade de a planta juiz-forana da Mercedes-Benz comportar outros projetos, além da atual produção dos caminhões Actros e Accelo, ganhou novo contorno esta semana. Na noite de quinta-feira, durante evento de comemoração da marca de dois milhões de veículos comerciais (ônibus e caminhões) fabricados nos 57 anos de atuação da montadora no Brasil, a alternativa foi levantada pelo diretor da Operação Caminhões, André Luiz Moreira. Conforme o executivo, a linha de montagem juiz-forana, moderna e flexível, está preparada para produzir outros modelos, mas a expansão depende do mercado. "Se necessário, podemos transferir outros projetos para Juiz de Fora", afirma, referindo-se, em especial, aos caminhões produzidos na planta de São Bernardo do Campo: Atego, Atron e Axor. A unidade paulista é a maior fábrica de comerciais Mercedes-Benz fora da Alemanha. Lá são produzidos 80 mil caminhões e ônibus por ano.
Desde a conversão da planta juiz-forana, em janeiro de 2012, foram produzidas cerca de 15 mil unidades na cidade, sendo dez mil no ano passado. O número representa 1,1% do total de 1,37 milhão de caminhões fabricados pela montadora no país. O veículo de número dois milhões, aliás, é o caminhão extrapesado Actros, montado na cidade.
Conforme a Mercedes, a planta juiz-forana contribuiu para aumentar em 30% a capacidade produtiva. A expansão da montagem de caminhões na cidade é considerada "um salto histórico". A unidade é definida pela empresa como "síntese do que há de mais moderno em termos de produção de caminhões, inovando em conceitos de produção e adotando os melhores métodos em fabricação, logística e outros processos". O fato de o parque de fornecedores ser integrado à planta imprime agilidade na entrega de componentes, garantindo a sustentabilidade do processo. Atualmente, são quatro fornecedores sediados no parque: Grammer do Brasil, Maxion, Randon e Seeber.

Empregos
O presidente e CEO da Mercedes-Benz do Brasil, Philipp Schiemer, destacou a manutenção do quadro de funcionários em um cenário adverso, como o vivido em 2012, em que houve redução em 20% na demanda por caminhões. Em Juiz de Fora, a montadora mantém cerca de 1.200 funcionários.
As perspectivas para 2013, no entanto, são positivas. Schiemer espera reaquecimento da economia nacional e do mercado mundial, projeta demanda de 140 mil unidades de caminhões e 30 mil de ônibus no país e aposta na realização de eventos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, para alavancar as vendas. Segundo o executivo, de cada dez caminhões que rodam pelo país, quatro levam a estrela de três pontas. No caso dos ônibus, o número sobe para seis. A montadora é a maior fabricante de veículos comerciais da América do Sul.


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